Muitos profissionais jogam com o modelo da sua marca, como a Nox AT10 de Agustín Tapia ou a Head Coello de Arturo Coello. As versões à venda mantêm o design e a tecnologia.
Uma raquete profissional serve para um jogador amador?
Só se tiver boa técnica e jogar com frequência. As raquetes profissionais são duras e exigentes; a maioria dos amadores tira mais partido de um modelo avançado ou polivalente.
O que torna uma raquete de nível profissional?
Faces em carbono de gramagem alta, borrachas duras, uma distribuição de peso muito precisa e aros reforçados. Em conjunto oferecem o máximo de controlo e potência para competir.